Quando o ser humano e a natureza pura se conjugam, eis que nasce a perfeição
16 de outubro de 2007
10 de setembro de 2007
Orgulho-me - Quando for grande quero ser capaz de ser assim, acima de tudo, frontal
Sentimentos dispersos
de várias origens
hoje e uma vez mais
são o que me habitam.
Solidão, por no dia de hoje não poder ter aquele abraço
por, no dia de hoje, ser a única pessoa que vive com certas memórias e não as poder partilhar com ninguém
pois, para todos os outros,
hoje é um dia normal,
hoje é apenas mais um dia.
Mas não para mim
Pois é um ponto de viragem,
muitas coisas mudaram, principalmente, comigo.
Não sou a mesma pessoa,
Nunca mais vou conseguir ser.
Mas este ano é diferente
Há algo mais que me deixa triste
pois houve alguém que ontem,
depois de tanto ter lutado, acabou por partir.
Mas esse alguém viveu a vida, como muitos gostariam de viver
pois teve sempre a seu lado, alguém que o amava.
Foram, desde sempre, um casal, a existir, perfeito.
Viviam numa harmonia imensa;
Partilhavam tudo um com o outro;
Pairava um respeito enorme;
Amavam-se com toda a sinceridade.
E agora? Quem cá fica...?
A diferença vai ser habismal
Alguém que sempre viveu tudo a dois.
Como vai ser agora sem a sua metade?
Tenho medo,
Receio por ela.
Mas sei que é uma mulher com uma força imensa,
pois, ainda ontem o mostrou.
Fiquei feliz em saber que aquela mulher é a minha madrinha.
Quando for grande, quero ser capaz de ser assim.
Este ano é diferente!...
O dia de amanhã (11 Set) todos recordam como trágico.
mas o de hoje... e faz igualmente, 6 anos!
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5 de setembro de 2007
Encosta-te a mim
Encosta-te a mim, nós já vivemos cem mil anos
encosta-te a mim, talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim, dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou, deixa-me chegar.
Chegado da guerra, fiz tudo p´ra sobreviver
em nome da terra, no fundo p´ra te merecer
recebe-me bem, não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói, não quero adormecer.
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim.
Encosta-te a mim, desatinamos tantas vezes
vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for.
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
em nome da estrada onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer.
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
o que não vivi, um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim.
Jorge Palma, in Voo Nocturno
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10 de julho de 2007
E tudo parece fazer sentido inversamente
E por mais que se procure, não se encontra um motivo,
Uma razão de ser assim
Alturas, momentos em que o nosso interior se fecha,
escurece,
se retrai
Tempos que nos fazem pensar de um modo diferente
Em que surgem ideias,
Soluções,
Tomam-se decisões
Algumas que se cumprem, no calor do momento
Outras que acabam por esmurecer.
São dias em que parece que não temos mais forças para lutar,
Mas, no oposto, há uma luz imensa que surge
Que nos puxa para a vida
nos agarra ao presente, olhando o horizonte
e vivemos
Apercebemo-nos assim que continuamos vivos
e que no fundo há sempre força.
No dia em que não houver, não valerá mais nada.
pois sem coragem, decisão e confiança
mais difícil ainda será viver!
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26 de abril de 2007
desculpa se, infinitas vezes te questiono sobre determinado assunto, local, data, hora;
desculpa se inúmeras vezes te interrogo quando chegas, como, porquê, onde;
desculpa se te contacto, demasiadamente, durante o decorrer de um dia;
desculpa!
mas se o faço, será muito pelo facto de passar a semana toda sozinha,
a semana toda vivo numa casa que, não sendo minha, é a única coisa que me acompanha
mas é fria, demasiado distante, não me consegue responder, abraçar, acarinhar
e, até mesmo a companhia que faz, grande parte das vezes, o que consegue, é deixar-me mais melancólica
e sinto que me estou a tornar numa pessoa que, por não estar habituada a viver com outros no mesmo espaço, posso estar a ficar egoísta, demasiado recta, impiedosa, fria
tenho medo de começar a não saber viver em comunidade...
quando estou aqui, a semana toda sozinha, só me apetece ter companhia...
mas quando a companhia chega, muitas das vezes, apetece-me é ir para o meu refúgio e não ter que dar satisfações a ninguém!!
não sei que faça!
sei, que viver mais um ano assim, me vai deixar de rastos;
porque não tenho, a maior parte do tempo, ninguém com quem dividir a vida
as memórias, os diálogos, as conversas e parvoíces, os risos, as lágrimas
3/4 num ano, passo sem ninguém que me proteja, me ralhe, me critique, me agarre e me dê colo.
eu, que sempre precisei tanto de mimos, carinhos, abraços
e que também tanto gosto de dar...
desculpa-me, pois nao é o facto de estar sozinha, chateada ou triste, que também hás-de ficar, não o faço propositadamente, mas gostava que percebesses que me sinto, extremamente, sozinha
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24 de abril de 2007
O MEU PAI!
Como já te deves ter apercebido, aliás, como qualquer pessoa que conviva connosco, se deve ter apercebido, dou-me um "pouco" melhor com o meu pai, que com a minha mãe e sempre me lembro de ser assim.
Mesmo sendo bastante parecido comigo, acho que nos damos muitíssimo bem.
Porque sempre me apoiou, sempre me senti amada. Acho que mesmo não tendo noção, sempre me incentivou a viver de uma forma justa, coerente...feliz!
Sinto que ele gosta de mim e eu gosto dele!
Tenho imenso orgulho em que seja meu pai. Ele que se adapta a mim, sempre que lhe peço e que ele não veja mal nisso, ou seja, faz tudo para que eu seja feliz, desde que isso não prejudique outros.
Ele que sempre guardou um certo espírito de criança; ele, que toda a gente pensa ser meu avô, é o melhor pai que poderia ter.
Não esquecerei nunca um dia (e quem teve a oportunidade de lá estar, também não esquece) em que era a minha festa de anos (em Valada, para variar) a minha mãe foi-se embora com um amigo e primo do meu pai, para ir ver um concerto e o meu pai ficou comigo e com os meus amigos a jogar ao Tic e ao Toc (não pensem que adaptámos as regras, devido à situação, não, quem se enganasse, bebia de penalti).
E digo-vos mais, o meu pai parecia cromo do jogo, pois foi o que menos se enganou. Sei que ele adorou aquela noite, porque não foi por ele lá estar que deixámos de nos divertir.
Penso que ele também teve noção que eu adorei o facto de ele ter ficado connosco e de, facilmente, se ter adaptado ao espírito de jovem.
Por tudo isto e muito mais que as palavras não dizem, te adoro.
Obrigado por um dia me ter "criado"
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18 de abril de 2007
... há um ano!
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13 de abril de 2007
sexta-feira 13 ;)
Não podia deixar de escrever algo no dia de hoje!
Obrigado Lúcio! Acho que não tens noção da ajuda que me tens dado, e do quão amigo te considero.
Adoro-te! És uma pessoa como, hoje em dia, já é difícil encontrar.
Se não fosses tu, acho que já não era estudante do ISLA, há muito tempo.
Obrigado pelo dia de ontem. Percebeste em minutos, o que pessoas que me conhecem desde sempre, demoram anos a perceber.
Obrigado por toda a paciência
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12 de abril de 2007
Fins-de-semana!!
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26 de março de 2007
o equilíbrio está no agri-doce
Publicada por x a n a à(s) 23:48 0 comentários
. . . m ã e . . .
Mãe - mulher que teve um ou mais filhos; mulher que dispensa cuidados maternais; mulher caridosa e desvelada; madre; progenitora; protectora; fonte; origem.
Será que é mesmo isto e só que uma mãe é? ou deverá ser?...
É certo, de que há significados nos quais não recai a mais pequena dúvida, mas há outros em que é muito difícil acreditar que possam ser sinónimos de mãe e impossível de generalizá-los como sendo comuns a todas elas.
Acho que enquanto mãe de mais do que um filho, um dos atributos que deveria ser indispensável seria o de justiça/imparcialidade; não tomar nunca, como certo, a parte de nenhum deles, por mais que custe e seja difícil, pois acho que só assim se conseguirá ser uma boa mãe.
Outra característica que considero também como impreterível a uma mãe é a de estar sempre pronta e disposta a ouvir os seus filhos e a tentar ajudá-los em todos os seus problemas; e por mais que pareçam estúpidos e insignificantes, não gozar nunca com eles e muito menos, desprezá-los, por parecerem tão ridículos, pois são os seus problemas e cada um tem os seus.
É claro, que sempre estar disponível para um carinho, para os felicitar pela atitude correcta, pelo detalhe do qual ele não se esqueceu. Uma mãe deve, a todo o momento, demonstrar o seu amor perante os seus filhos, para que estes, não possam nunca duvidar do amor que esta sente por eles.
Se não o demonstrar sempre que possível, arrisca-se a que seus filhos ponham em causa se existirá afinal esse amor e poderão pensar que, ao contrário do que deveriam ser, eles não nasceram dum amor, duma enorme cumplicidade, nasceram antes, apenas e só, duma união entre um homem e uma mulher.
O que, desde já vos digo é, demasiadamente triste, para qualquer filho!
... enquanto filha e, espero, futura BOA mãe.
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22 de março de 2007
. . . a distância da saudade
Cada vez passa mais tempo;
de cada vez a distância se torna maior;
a cada vez fica mais "fácil" superar a saudade;
porque acontecerá assim?
Não deixei de gostar de ti,
Não considero que tenhas deixado de ser meu amigo;
Não deixei de ter saudades tuas,
Mas o certo é que sinto que, a cada passagem se torna mais simples superá-las!
Quando a distância se torna maior, era suposto as saudades aumentarem?
Esse tal sentimento não desapareceu, nem tão pouco diminuiu,
apenas se tornou mais passível de se suportar!
Uma qualquer razão me diz que ainda posso ser útil, por isso o melhor é não me afastar de imediato...
Até ti!
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20 de março de 2007
Felicidade - algo que depende mais do que de mim
e me dizem que ser feliz só depende de mim!...
Como se pode dizer isto a alguém que está em sofrimento?
Como?
a alguém que necessita de abraços, apoios, segurança, razões para viver?!!
Se a felicidade só dependesse de uma única pessoa, não estaria o mundo bem diferente?
Acho que a minha felicidade é, sem dúvida, algo que depende de mim;
mas não dependerá também de todos aqueles que me rodeiam?
Certamente, que sim.
Pois vivo, enquanto ser do mundo
E é enquanto ser dum Mundo
que quero ser feliz.
E serei feliz se pensar, não
que podia ter sido pior!
mas antes, se pensar que
pode sempre melhorar.
E é esta hipótese que,
coexiste com a nossa vivência
que nos permitirá ser felizes.
... Se o quisermos e lutarmos por isso, mas também
se aqueles que nos circundam, lutarem connosco.
Pois se a minha felicidade depende só e apenas de mim, porque mais haveria a lutar?
O interesse está, em que reunamos forças,
de modo a que estes outros seres que cohabitam comigo,
me ajudem a ser feliz.
É por isso que lutarei toda a vida!
A felicidade momentânea é algo que, a existir, poderá, realmente, depender só de mim.
Mas aqui também o todo é maior que a soma das partes
e para que possamos dizer que fomos felizes durante toda uma vida, necessitamos da felicidade daqueles que existem connosco.
Pois a felicidade individual não faz qualquer sentido, quando se vive em interacção com outras tantas pessoas.
Assim acho que para se ser feliz, teremos de unir esta nossa felicidade momentânea, de modo a ajudar outros a serem felizes.
Apenas e só por isso...
... vivam, sejam felizes e façam os "outros" felizes.
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28 de fevereiro de 2007
Ainda bem que há dias assim!
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27 de fevereiro de 2007
Para que serve a Liberdade quando não há mais ninguém?
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21 de fevereiro de 2007
Alguém tão próximo que magoa!
Acredito que sim, com toda a certeza e no meu caso é, sem dúvida, o que acontece.
Há alguém que não quer ver o óbvio;
Há alguém que não anda a compreender de que forma as suas acções e decisões se reflectem num dos seus filhos.
Uma mãe que, constantemente, magoa um filho, será uma boa mãe? Ainda mais quando acho que nem se apercebe do resultado dos seus actos?
Há coisas que me têm magoado muito nesta vida, mas o que são coisas sem o intermédio de pessoas?
Então corrijo e digo: "Há pessoas que me têm magoado e muito".
Pessoas que talvez fosse suposto serem aquelas que me cuidariam, que me aconchegariam quando outro me tivesse magoado.
Hoje, uma vez mais me disseram que há coisas que não se negam a ninguém. Mas fui obrigada a responder que não posso pensar assim, pois depende do quê, a quem...
Porque quando me prestei a dar um copo de água a alguém que dizia ter sede;
quando me disponibilizei a emprestar o meu cartão multibanco...
sempre que me propus a lavar/arrumar aquilo que não me pertencia...
a única coisa que recebi, foram formas erradas de agradecer
E sinceramente, já não me sinto capaz de dizer que foi quando ofereci um copo de água a alguém que não conhecia que mais me magoei.
Hoje esse caso está resolvido, enquanto que das outras acções, em que o personagem é o mesmo e alguém que me é tão familiar, continua a agir da mesma forma, com tendência a piorar, não se mostrando minimamente arrependido.
Hoje, e uma vez mais, essa pessoa chorou em público como se tivesse muito arrependida;
como se fosse ela a vítima;
como forma de comover alguém que fazia parte do público e que tanto convinha emocionar.
Parabéns, pois continuas a ganhar pontos no que toca ao público feminino, sabes pontuar como ninguém esse lado da questão.
Ainda com medo que a pontuação fosse baixa, disse que, quando chegou a casa, sentiu que a estão, gradualmente, a mandar embora dali.
Disse que sente que aquela casa já não é dela.
... E chorou!
Já não sei que posição tomar!
Se da indiferença, se aumentar as forças e lutar.
Lutar por justiça;
por imparcialidade;
pelo estritamente correcto;
Lutar apenas por aquilo que acho que mereço: Respeito!
Porque se sinto que alguém, com quem tenho de conviver, a única coisa que sabe fazer comigo é gozar, ou deixo de conviver com ela (o que não é possível), ou terei de exigir um mínimo de consideração.
Assim espero ter ganho um pouco mais de forças para continuar a luta.
Um obrigado a todos vós!
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14 de fevereiro de 2007
...porque há dias assim?!!!
Mas nada me ocorre.
Parece que quando mais desejamos, mais inalcansável fica o nosso desejo.
O sonho, esse continua presente;
Porque acredito, porque sinto que é possível, porque tenho quem me ama e amo esse alguém.
E se assim é, que mais poderei querer??
Muitas outras coisas gostava que mudassem, mas se até eu deveria mudar...
Certamente, que há momentos em que parece que não vale a pena sonhar; e acreditar na felicidade pura parece patético, pois parece longinquamente distante, parece fugir e não dar hipótese de ser apanhada;
Mas mesmo assim, acredito que muito brevemente a agarrarei com toda a força e convicção.
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7 de fevereiro de 2007
... Quando é que vou mudar?
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2 de fevereiro de 2007
... Afinal o tempo pára!
Hoje, uma vez mais relembro o dia em que te ausentaste deste espaço,
Espaço esse que permanece vago aqui ao meu lado.
Pois é e será sempre teu,
Não há ninguém capaz de o ocupar.
Há quem queira que esqueça;
Há quem queira que o ocupe;
Há quem queira que imagine que nunca te pertenceu...
Mas como posso?
Se foste tu que sempre me contaste histórias.
Eram as tuas histórias,
Não eram imaginárias,
Mas, certamente, mesmo por isso
Eram tão mágicas,
Eram longíquas.
E faziam-me rir, sonhar,
Faziam-me tentar perceber a tua história,
Por isso te admiro.
Pela tua capacidade de narração que sempre recordarei,
Pela felicidade que ficava espelhada na tua cara, quando as contavas,
Por nunca te evergonhares daquilo que foi a tua vida,
Mas antes, tentavas parecer que a tinhas amado,
Quando ela tanto te fez sofrer.
Eras mágico,
Eras amigo,
Eras o meu último elo de ligação a esse passado distante.
Não só eras,
Como sempre o continuarás a ser,
Pois as recordações que tenho,
Nunca ninguém as apagará.
Apenas porque és realmente especial,
Até mesmo o dia que escolheste para partir,
Parece que foi idealizado (02.02.2002)
Não sei se partiste com um sentimento de culpa por mim,
Por seres quem estava comigo naquele dia (10.09.2001)
Nunca consegui falar contigo sobre isso,
Pois tinha medo de te magoar.
Hoje lamento nunca ter sido capaz,
Pois ficarei sempre na incerteza
Por não saber se te marterizas,
por não me teres protegido.
Desejo que não.
De ti sinto saudade,
Sinto falta,
Sinto orgulho,
Sinto uma enorme alegria por fazer parte da tua existência.
Serás sempre aquele avô - Brioso
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1 de fevereiro de 2007
... VAMBORA
Hoje nada de mais especial me ocorre, por isso aqui vos deixo uma letra que me faz sonhar que me faz acreditar que é possível...
Vambora
Entre por essa porta agora
E diga que me adora
Você tem meia hora
Pra mudar a minha vida
Vem, v'ambora
Que o que você demora
É o que o tempo leva
Ainda tem o seu perfume pela casa
Ainda tem você na sala
Porque meu coração dispara
Quando tem o seu cheiro
Dentro de um livro
Dentro da noite veloz
Ainda tem o seu perfume pela casa
Ainda tem você na sala
Porque meu coração dispara
Quando tem o seu cheiro
Dentro de um livro
Na cinza das horas
(Adriana Calcanhoto)
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31 de janeiro de 2007
... uma das minhas paixões
Quem me conhece sabe bem que a dança é uma das minhas grandes paixões.
Hoje falo-vos de algo que deixei por orgulho, por justiça para comigo, por ser uma pessoa que segue os seus ideais.
E pensam vocês, se sigo os meus ideais, então porque deixei para trás uma das coisas que mais me fazia sonhar?
Digo-vos que foi por isso mesmo.
Sei que o Ballet, enquanto actividade física, é-o muito mais do que isso, pois é disciplina, rigor, pontualidade, perfeição, luta, sacrifício, quase que submissão... mas humilhação, desvalorização pessoal, injustiça são coisas com as quais não sei viver. E mais, acho que nada têm a ver com esta arte.
Por isso, quando senti que mais do que perfeição, luta, havia disputa, sinismo, mas acima de tudo, não havia compreensão, tive, por mais que me tenha custado, abandonar o sonho, pois tinha de ser justa com aquilo em que acredito.
Algo que tanto valorizo, que são os sentimentos, ali não tinham espaço para existir, ali não importava se o pai estava a morrer, se tinhamos o casamento do irmão, se estávamos felizes, contentes, tristes.
Não acho que por qualquer desculpa se falte a uma aula, a um ensaio, mas há razões e razões e neste caso não podia aceitar o que estava a acontecer.
Senti-me injustiçada, incompreendida, profundamente desapontada. Por isso, por ser justa para com aquilo em que acredito, não podia, por mais que me tenha custado, continuar com aquela que ainda hoje não deixou de ser uma das minhas paixões.
Acredito que um dia voltarei para continuar com aquilo que tanto me fazia sonhar.
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30 de janeiro de 2007
Os sons do silêncio
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29 de janeiro de 2007
11 de Fevreiro - IVG
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28 de janeiro de 2007
...pela nossa conversa de ontem!!
Saudades, em tão pouco tempo?
Cumplicidade, esse sentimento tão gratificante.
Amor, ama-se um amigo?
Amar um amigo, enquanto amigo, como tal e apenas só?
Existirá tal sentimento?
Por vezes, pergunto-me se invento novas formas de amar alguém.
Será que se pode ter amigos como eu imagino?
Ou será passar dos limites do aceitável?
Mas sinto certezas de que quero viver para sempre contigo,
tu que és o meu finho,
Mas sinto uma enorme necessidade de ter outros pontos de apoio,
Necessito de amigos em que possa confiar para tudo.
Pergunto-me então, qual a diferença entre o que sinto pelo meu namorado e pelos meus amigos?
Sinceramente, não sei responder, apenas sei que é diferente!
Pois sei que é contigo que me sinto completamente e inteiramente compreendida.
É a ti que me dou completamente.
É contigo que sinto um qualquer sentimento que me faz chorar, quando estou imensamente contente por ter feito amor contigo.
É a ti que amo, que confio, que apaixono, que comunico,
É contigo e só a ti que me dou enquanto ser completo.
Tão simplesmente, amo-te
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27 de janeiro de 2007
...um dia a mais na vida de alguém. Que diferença fará?
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26 de janeiro de 2007
... Quando há sempre um banco de jardim à nossa espera.
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25 de janeiro de 2007
... Porque sempre lutaste pela liberdade!
Hoje (23.Janeiro) é dia de aniversário!
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... porque há sempre uma 1ª vez
Hoje é a 1ª vez que escrevo naquele que é o meu/nosso blog, e estou contente por isso.
Estou a sentir que é diferente de escrever no papel e com caneta, mas é capaz de não deixar de ser interessante.
Espero assim ajudar, partilhar, experienciar, viver tudo aquilo que puder com aqueles que tenham o mínimo de interesse nisso.
... até tão perto!
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