Quando o ser humano e a natureza pura se conjugam, eis que nasce a perfeição
28 de fevereiro de 2007
27 de fevereiro de 2007
Para que serve a Liberdade quando não há mais ninguém?
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x a n a
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21 de fevereiro de 2007
Alguém tão próximo que magoa!
Alguém, que me é tão próximo, pronunciou há tão pouco tempo, que uma mãe só não conhece os filhos que tem se não quiser!Acredito que sim, com toda a certeza e no meu caso é, sem dúvida, o que acontece.
Há alguém que não quer ver o óbvio;
Há alguém que não anda a compreender de que forma as suas acções e decisões se reflectem num dos seus filhos.
Uma mãe que, constantemente, magoa um filho, será uma boa mãe? Ainda mais quando acho que nem se apercebe do resultado dos seus actos?
Há coisas que me têm magoado muito nesta vida, mas o que são coisas sem o intermédio de pessoas?
Então corrijo e digo: "Há pessoas que me têm magoado e muito".
Pessoas que talvez fosse suposto serem aquelas que me cuidariam, que me aconchegariam quando outro me tivesse magoado.
Hoje, uma vez mais me disseram que há coisas que não se negam a ninguém. Mas fui obrigada a responder que não posso pensar assim, pois depende do quê, a quem...
Porque quando me prestei a dar um copo de água a alguém que dizia ter sede;
quando me disponibilizei a emprestar o meu cartão multibanco...
sempre que me propus a lavar/arrumar aquilo que não me pertencia...
a única coisa que recebi, foram formas erradas de agradecer
E sinceramente, já não me sinto capaz de dizer que foi quando ofereci um copo de água a alguém que não conhecia que mais me magoei.
Hoje esse caso está resolvido, enquanto que das outras acções, em que o personagem é o mesmo e alguém que me é tão familiar, continua a agir da mesma forma, com tendência a piorar, não se mostrando minimamente arrependido.
Hoje, e uma vez mais, essa pessoa chorou em público como se tivesse muito arrependida;
como se fosse ela a vítima;
como forma de comover alguém que fazia parte do público e que tanto convinha emocionar.
Parabéns, pois continuas a ganhar pontos no que toca ao público feminino, sabes pontuar como ninguém esse lado da questão.
Ainda com medo que a pontuação fosse baixa, disse que, quando chegou a casa, sentiu que a estão, gradualmente, a mandar embora dali.
Disse que sente que aquela casa já não é dela.
... E chorou!
Já não sei que posição tomar!
Se da indiferença, se aumentar as forças e lutar.
Lutar por justiça;
por imparcialidade;
pelo estritamente correcto;
Lutar apenas por aquilo que acho que mereço: Respeito!
Porque se sinto que alguém, com quem tenho de conviver, a única coisa que sabe fazer comigo é gozar, ou deixo de conviver com ela (o que não é possível), ou terei de exigir um mínimo de consideração.
Assim espero ter ganho um pouco mais de forças para continuar a luta.
Um obrigado a todos vós!
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14 de fevereiro de 2007
...porque há dias assim?!!!
Mas nada me ocorre.
Parece que quando mais desejamos, mais inalcansável fica o nosso desejo.
O sonho, esse continua presente;
Porque acredito, porque sinto que é possível, porque tenho quem me ama e amo esse alguém.
E se assim é, que mais poderei querer??
Muitas outras coisas gostava que mudassem, mas se até eu deveria mudar...
Certamente, que há momentos em que parece que não vale a pena sonhar; e acreditar na felicidade pura parece patético, pois parece longinquamente distante, parece fugir e não dar hipótese de ser apanhada;
Mas mesmo assim, acredito que muito brevemente a agarrarei com toda a força e convicção.
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23:34
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7 de fevereiro de 2007
... Quando é que vou mudar?
Ou quando é que vai mudar?
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20:28
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2 de fevereiro de 2007
... Afinal o tempo pára!
Hoje, uma vez mais relembro o dia em que te ausentaste deste espaço,
Espaço esse que permanece vago aqui ao meu lado.
Pois é e será sempre teu,
Não há ninguém capaz de o ocupar.
Há quem queira que esqueça;
Há quem queira que o ocupe;
Há quem queira que imagine que nunca te pertenceu...
Mas como posso?
Se foste tu que sempre me contaste histórias.
Eram as tuas histórias,
Não eram imaginárias,
Mas, certamente, mesmo por isso
Eram tão mágicas,
Eram longíquas.
E faziam-me rir, sonhar,
Faziam-me tentar perceber a tua história,
Por isso te admiro.
Pela tua capacidade de narração que sempre recordarei,
Pela felicidade que ficava espelhada na tua cara, quando as contavas,
Por nunca te evergonhares daquilo que foi a tua vida,
Mas antes, tentavas parecer que a tinhas amado,
Quando ela tanto te fez sofrer.
Eras mágico,
Eras amigo,
Eras o meu último elo de ligação a esse passado distante.
Não só eras,
Como sempre o continuarás a ser,
Pois as recordações que tenho,
Nunca ninguém as apagará.
Apenas porque és realmente especial,
Até mesmo o dia que escolheste para partir,
Parece que foi idealizado (02.02.2002)
Não sei se partiste com um sentimento de culpa por mim,
Por seres quem estava comigo naquele dia (10.09.2001)
Nunca consegui falar contigo sobre isso,
Pois tinha medo de te magoar.
Hoje lamento nunca ter sido capaz,
Pois ficarei sempre na incerteza
Por não saber se te marterizas,
por não me teres protegido.
Desejo que não.
De ti sinto saudade,
Sinto falta,
Sinto orgulho,
Sinto uma enorme alegria por fazer parte da tua existência.
Serás sempre aquele avô - Brioso
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x a n a
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1 de fevereiro de 2007
... VAMBORA
Hoje nada de mais especial me ocorre, por isso aqui vos deixo uma letra que me faz sonhar que me faz acreditar que é possível...
Vambora
Entre por essa porta agora
E diga que me adora
Você tem meia hora
Pra mudar a minha vida
Vem, v'ambora
Que o que você demora
É o que o tempo leva
Ainda tem o seu perfume pela casa
Ainda tem você na sala
Porque meu coração dispara
Quando tem o seu cheiro
Dentro de um livro
Dentro da noite veloz
Ainda tem o seu perfume pela casa
Ainda tem você na sala
Porque meu coração dispara
Quando tem o seu cheiro
Dentro de um livro
Na cinza das horas
(Adriana Calcanhoto)
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31 de janeiro de 2007
... uma das minhas paixões
Quem me conhece sabe bem que a dança é uma das minhas grandes paixões.
Hoje falo-vos de algo que deixei por orgulho, por justiça para comigo, por ser uma pessoa que segue os seus ideais.
E pensam vocês, se sigo os meus ideais, então porque deixei para trás uma das coisas que mais me fazia sonhar?
Digo-vos que foi por isso mesmo.
Sei que o Ballet, enquanto actividade física, é-o muito mais do que isso, pois é disciplina, rigor, pontualidade, perfeição, luta, sacrifício, quase que submissão... mas humilhação, desvalorização pessoal, injustiça são coisas com as quais não sei viver. E mais, acho que nada têm a ver com esta arte.
Por isso, quando senti que mais do que perfeição, luta, havia disputa, sinismo, mas acima de tudo, não havia compreensão, tive, por mais que me tenha custado, abandonar o sonho, pois tinha de ser justa com aquilo em que acredito.
Algo que tanto valorizo, que são os sentimentos, ali não tinham espaço para existir, ali não importava se o pai estava a morrer, se tinhamos o casamento do irmão, se estávamos felizes, contentes, tristes.
Não acho que por qualquer desculpa se falte a uma aula, a um ensaio, mas há razões e razões e neste caso não podia aceitar o que estava a acontecer.
Senti-me injustiçada, incompreendida, profundamente desapontada. Por isso, por ser justa para com aquilo em que acredito, não podia, por mais que me tenha custado, continuar com aquela que ainda hoje não deixou de ser uma das minhas paixões.
Acredito que um dia voltarei para continuar com aquilo que tanto me fazia sonhar.
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30 de janeiro de 2007
Os sons do silêncio
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29 de janeiro de 2007
11 de Fevreiro - IVG
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